Giovani Ngnoatto 

O EROTIC representa o corpo como arte, expressando o sentimento que é implícito ao sexo e pregando a liberdade de ser e amar, na intenção de auxiliar na quebra da opressão sobre gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, não-binários e mulheres, e escancarar a beleza por trás do tabu.
DESIGN + ART by Giovani Ngnoatto

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Alessandro Panelli

Alessandro Panelli (aka_ YO.PANIC_ or _.PANIC_) is a doctor, a photographer and a writer based Munich, Germany. Born in 1988 in Venice (Italy), I have always had to juggle between science and art since middle school. Eventually, such a conflict ceased when I chose Medicine for a living and photography as my artistic expression.

Though it started as a haphazard, recreational distraction, photography has now become a more and more serious pursuit every day. I jibbed at digital photography, because I felt it too unnatural and too easily altered and airbrushed by digital post-production. I fine-tuned my technique early on by trying analog photography. Since that moment I have never gone back to digital.

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Allan Sieber

O que é erótico, o que é indecente e o que é sacanagem?

Em tudo está o sexo: existe sempre uma camada de erotismo pairando sobre todas as coisas, sobre tudo que é humano, com sutileza ou não. A sacanagem paira sobre o trabalho de Allan Sieber, que revela com seu particular filtro de cinismo a moralidade banal e dúbia que se esconde no nosso dia-a-dia, em como vemos e falamos sobre sexo, sobre o presidente ou Deus.

Quadrinista da Folha de S. Paulo, cartunista, animador e criador incessante de imagens inconvenientes, brilhantes e engraçadas, Allan recortou e embaralhou ideias, rabiscos e corpos da revista Sexy, da qual foi colaborador de 2004 a 2006. O que é visto depende de quem vê.

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Ale Ruaro

Ale Ruaro retrata a intimidade de uma realidade não acessível ao convívio usual, transformando seres humanos em corpos atemporais e sem individualidade. Utiliza da fotografia para converter suas experiências pessoais e do cotidiano em imagens que trazem à normalidade o não convencional. Numa catarse visual, busca uma conexão entre seus temas e o espectador, procurando desnudar preconceitos pela exposição das diferenças. Nos últimos anos, tem sido reconhecido pelo público especializado, através de prêmios, exposições e publicações. 

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Ana Luiza Fay & Carol Azevedo

A generosa fuga

O ensaio é a inauguração de um encontro amoroso: duas mulheres, suas valizes emprenhadas, um apartamento vazio, oferecido. Nas paredes marcadas, o vestígio do outro que partiu abraça-nos. Nossos corpos vestem-se um no outro, ora amalgamados ora tangentes, para logo depois desnudarem-se e abrir o espaço da pele que roça. Fricção. Pêlo eriçado. Meu corpo foge no dela e o dela canta no meu. Ela se deita e me olha. Está de vermelho, eu não a vejo: singulariza-se em mim. Eu, que nela multiplico. Uma câmera espreita: é o nascimento. 

Ana Luiza Fay é doutoranda em filosofia e desde 2015percorre ossadas, escuridão e florestas criando atmosferas nas quais se autorretrata na tentativa de multiplicar sua identidade para além do irreconhecível. Carol Azevedo é pernambucana, artista visual e figurinista. É na ação performativa e no autorretrato que encontra a brecha dispositiva na qual adentra para se outrar, exercendo sua autonomia criativa.

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Marcelo Carrera & Pedro Farina

O projeto "Meninas da Vila" nasceu da curiosidade sobre a centenária Vila Mimosa, e pela vontade de conhecer um pouco melhor essas mulheres, o que vivem e viveram, o que desejam e sentem. Os olhares, o vazio, o medo, os abusos, as marcas, os valores e o código de ética local estão expostos entre a clareza da luz fria e as sombras obscuras dos minúsculos quartos, aonde há mais de 100 anos cerca de mil mulheres cobram 12 dólares por um programa de 15 minutos, 24 horas por dia na maior zona de prostituição do mundo.

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